01 Setembro 2007

DeBack nº 890324

"As formigas são almejadas por Deus, e almejam os Cupins. Os cupins desmentem, mas acham gostoso. Deus então se vinga. Mas seu império jamais cairá ao chão pois é almejado pelos homens, e nem a vingança o' suja. Os homens almejam as mulheres, outro homens almejam outros homens, e muitos se perderam e não sabem como voltar. Pra muitos a piscina é funda e rasa mas passa desapercebida, enquanto pra outros o medo é tão maior que o do cupim.

Os insetos estão cheios de significados maravilhosos, basta se comover. "

Achamos na recepção. (!)

Situamos a Recepção sempre no coração de cordorna (como o ovo que é pequenino perto do ovo de galinha. Então; um coração-ovo pequeno), mas nunca tinhamos ficado tanto tempo sem vê-la. Finalmente as complexidades pré e pró-forma acabaram!

De novo, like magik, o bom cílio retorna á pálpebra!

Beijos histéricos (a gente tentou se conter, mas não dá pra esconder!) e mais histeria pra nós! Enfado de vidinha pra vocês.

Dept. Com. Intern. retornado das cinzas [vrrrrrrrrrrrr-ttttt] {como o ar condicionado velho que volta a funcionar, que é a coisa mais profética de nossos dias}

"os departamentos precisam tornar o leite"

2 pós-ocupações:

Dpto. das Coisas Todas disse...

não sabemos nada de formigas ou cupins, somente que são complexos, fascinantes e não devem ser destruidos; e o medo é como o capim, mas dá pra cortar curtinho e contar com a falta de chuva pra ver a terra de novo. tudo é divino maravilhoso e a comovente volta do que não tinha ido mas estava ensimesmado em ovo primordial nos enche de alegria como um cílio da sorte solto no ar!

beijos de músicas-de-fundo e isqueiros coloridos, outra profecia!

Att.,

Dpto. de Coisas Todas Derramadas pelo Chão

transeunte disse...

"(...) afetando o que aí se faz e o que aí se produz e exercendo feitos muito semelhantes nesses universos fenomenicamente muito diferentes. Isso sem cair em um ou outro dos dois erros opostos, a ilusão do nunca visto e a ilusão do sempre assim".

Deixado na recepção.

(Ao que tudo indica é um pedaço de papel nascido de um texto de Pierre Bourdieu.)